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A democracia no seu momento apocalíptico
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Crise da democracia ou, antes, crise da sociedade? Fala-se da democracia como se tivéssemos chegado ao fim da História, quando sabemos bem que não há regimes políticos eternos. A democracia nasceu ao cabo de imensas e variadas vicissitudes. E, ao fim de outras tantas, é quase certo que, de alguma forma, desaparecerá.

Substituída quando, por quê, como? Ninguém sabe, o que é natural. Mas também quase ninguém parece interessar-se por sabê-lo, o que cria grande perplexidade e desorientação, dada a variedade de consequências possíveis de uma tal situação.

Crise da democracia ou, antes, crise da sociedade? Ou, mais exatamente ainda, crise do paradigma do ilimitado, que produz uma opacidade e uma invisibilidade inéditas sobre o nosso mundo, agora “apanhado” pelo retorno do recalcado de uma realidade, a guerra, que se sonhava para sempre banida?

 

A DEMOCRACIA, A GUERRA E O ILIMITADO
O império do infotretenimento
A Europa, refém do pacifismo
Que Europa-potência?
Uma espiral fatal
Um extremismo de centro?
Europeísmo: o ópio do povo

A DEMOCRACIA NA SUA ESPIRAL
DE IMPOTÊNCIA
Uma crise diferente
Interdependência e fragilidade
O endividualismo
O paradigma do ilimitado
Poder e impotência
Democracia e (des)confiança

A DEMOCRACIA E O ESPECTRO
DO SEU APOCALIPSE
Debates sem fim
Mutantes
O homo digitalis
A erosão ideológica
Excepções...
A era das geringonças

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