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Bünuel e o surrealismo: a arquitetura do sonho
15,00 €

Em setembro de 1966 morria André Breton, o pai-fundador do surrealismo, cujo 1º Manifesto, publicado em 1924, oficializa a existência do movimento. Para muitos, a morte de Breton marca também a morte do surrealismo, embora, de facto, o ideário de um dos mais importantes movimentos de vanguarda do séc. XX não tivesse deixado de existir com este acontecimento. Este livro celebra, de certa maneira, o cinquentenário da morte do surrealismo e, mais ainda, celebra a sua persistência em continuar a existir, como movimento, como ato de criação, como revolução permanente do pensamento. Ao entrar no mundo fascinante (e perigoso) do surrealismo, procura-se aqui desvendar esse conceito, contextualizá-lo e utilizá-lo, na medida do possível, no seu sentido mais estrito.

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