Neste ensaio, propõe-se uma análise da trilogia romanesca dos Mosqueteiros de Alexandre Dumas Pai (Os Três Mosqueteiros, Vinte Anos Depois e O Visconde de Bragelonne) e das suas distintas adaptações para o cinema e a televisão. Com esta abordagem pretende-se ressaltar tanto a riqueza literária da obra oitocentista, como a sua capacidade de reinvenção contínua e de diálogo com diferentes contextos históricos e culturais, através da sua transposição para outros sistemas semióticos, nomeadamente audiovisuais, consolidando-se como um ícone da cultura popular universal.
